Sobre

Não somos um fornecedor.Somos parte do seu time.

Engenheiros de DevOps (quem mantém a infraestrutura no ar) e FinOps (quem cuida do custo dela) trabalhando na rotina de empresas que usam nuvem sem ter um time sênior para cuidar dela. A prática é certificada pela FinOps Foundation — uma credencial que ainda poucos têm no Brasil.

Como operamos

Não fazemos diagnóstico e vamos embora.

Um FinOps ou DevOps sênior da Samax assume rotinas de verdade dentro do time do cliente: decide, aplica e acompanha a mudança junto com a engenharia de quem contrata.

Isso muda o que a experiência vale. O que um engenheiro da Samax resolve à mão num cliente vira, no seguinte, regra da plataforma e do agente que monitora a conta — a lista do que automatizar nasce do que foi feito dentro do time, não de um roadmap. É por isso que o resultado não se esgota depois do primeiro corte de custo: a cada cliente, mais do trabalho já chega pronto.

Se você quer comparar isso com consultoria pontual, ferramenta de FinOps ou um time interno, veja os quatro caminhos, lado a lado.

Quem está por trás da operação

Três fundadores. O que cada um traz está abaixo, sem enfeite.

Lucio Cordeiro

CEO e Cofundador

Certificado pela FinOps Foundation, a entidade internacional que define a prática de FinOps — uma credencial rara no Brasil: hoje, cerca de 30 profissionais no país têm essa certificação.

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Guilherme Dias

CTO e Cofundador

Engenheiro formado pelo ITA — o Instituto Tecnológico de Aeronáutica — com mestrado em Inteligência Artificial. É essa formação que orienta a camada de IA da Samax: a que identifica desperdício e prioriza o que atacar, enquanto os engenheiros dentro do time do cliente aplicam e acompanham cada mudança.

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Rafael Calixto

COO e Cofundador

Cofundador da Samax, à frente da operação da empresa.

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As análises seguem o FOCUS (FinOps Open Cost and Usage Specification), o padrão da FinOps Foundation que normaliza dado de fatura entre provedores diferentes — a operação cobre AWS, Azure, GCP e OCI.

Pra quem isso é feito

Não é para todo mundo, e preferimos dizer isso aqui.

  • Empresas de porte médio cujo TI é área de suporte do negócio, não o produto que vendem — cloud crescendo sem visibilidade, DevOps sobrecarregado ou sem gente sênior dedicada.
  • Empresas que já têm time interno de cloud maduro, com ferramenta própria e uma rotina de revisão que já funciona. Aí o que a gente resolve — a falta desse time — já está resolvido.

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O diagnóstico inicial conecta suas contas em modo somente leitura, mostra onde está o maior desperdício e aponta o próximo passo — mesmo que o próximo passo não seja contratar a gente.

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