Comparativo
Consultoria FinOps,ou alguém operando junto?
Quase todo time que decide atacar o custo de nuvem escolhe entre quatro caminhos. Eles resolvem problemas diferentes, e o mais caro é escolher pelo motivo errado. Abaixo, o que cada um entrega de fato — inclusive quando a Samax não é a resposta.
Os quatro caminhos
Nenhum deles é errado. O que muda é onde fica o trabalho de executar.
Visibilidade sem execução
Plataformas de gestão de custo consolidam faturas, quebram gasto por serviço e listam oportunidades. É a base — sem esse dado, ninguém decide nada.
Onde ganha: enxergar para onde o dinheiro está indo.
Onde para: a recomendação nasce no dashboard e fica lá. Alguém com contexto de arquitetura ainda precisa decidir se aquele rightsizing derruba produção, testar e aplicar.
Contexto total, capacidade escassa
Um especialista de FinOps dentro de casa conhece o produto, as prioridades e a política interna melhor que qualquer externo.
Onde ganha: contexto de negócio e continuidade.
Onde para: o perfil é escasso. Entre abrir a vaga e a pessoa produzindo, passam meses — e o gasto continua correndo. Uma contratação técnica errada custa mais que o desperdício que ia resolver.
Diagnóstico bom, resultado com prazo
Um projeto de algumas semanas mapeia ofensores, entrega recomendações priorizadas e às vezes um plano de execução.
Onde ganha: destravar um cenário parado e trazer visão de fora rápido.
Onde para: quando o projeto acaba, a rotina volta ao que era. Nuvem não é problema que se resolve uma vez — instância nova, serviço novo, time novo, e o desperdício volta a crescer.
Execução contínua dentro do time
FinOps e DevOps sêniores trabalhando na sua rotina, com cadências definidas: eles decidem, aplicam e acompanham a mudança junto com a sua engenharia.
Onde ganha: a economia estrutural, que exige presença ao longo do tempo.
Onde para: exige acesso e confiança. Se você quer só um número para levar ao board, um diagnóstico pontual resolve mais barato.
Lado a lado
As mesmas quatro opções, nas dimensões que costumam decidir a escolha.
| Critério | Ferramenta | Time interno | Consultoria | Samax |
|---|---|---|---|---|
| Quem executa a mudança | Seu time | Seu time | Seu time, depois | A Samax, junto |
| Tempo até o primeiro resultado | Depende do time | Meses (contratar) | Semanas | Dias |
| Sustenta ao longo do tempo | Não por si só | Sim | Não | Sim |
| Cobre operação e confiabilidade | Não | Depende do perfil | Raramente | Sim, com DevOps |
| Custo | Licença mensal | Salário + encargos | Projeto fechado | Mensalidade por escopo |
Comparativo qualitativo entre modelos de contratação, não entre fornecedores específicos.
Quando a Samax não é a resposta
Preferimos dizer isso agora do que no meio de um contrato.
- Você precisa de um número pontual para uma decisão específica — due diligence, budget do ano, business case. Um diagnóstico fechado resolve mais rápido e mais barato.
- O gasto de nuvem ainda é pequeno o suficiente para que o esforço de otimizar não pague o próprio custo. Nesse caso o melhor investimento é arquitetura, não FinOps.
- Você já tem um time de FinOps maduro, com cadência rodando e unit economics em dia. Aí o que falta provavelmente é ferramenta, não gente.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre consultoria FinOps e operação embarcada?
Consultoria entrega diagnóstico, recomendações e um relatório; a execução fica com o seu time. Operação embarcada coloca profissionais de FinOps e DevOps dentro da sua rotina para executar as mudanças e sustentar o resultado ao longo do tempo. A diferença prática aparece na cauda longa: o quick win costuma sair nos dois modelos, a economia estrutural só se sustenta com presença contínua.
Uma ferramenta de FinOps não resolve sozinha?
Ferramenta entrega visibilidade, que é pré-requisito mas não é resultado. A recomendação aparece no dashboard e continua lá até alguém com contexto de arquitetura decidir, testar e aplicar a mudança sem derrubar produção. Sem quem execute, a economia fica no relatório.
Faz mais sentido contratar um especialista FinOps interno?
Faz, quando o gasto de nuvem já justifica um time dedicado e existe maturidade para sustentá-lo. O custo é o tempo: montar a capacidade internamente leva meses de recrutamento e ramp-up de um perfil escasso, e uma contratação errada custa caro. Muitos times usam operação embarcada para capturar a economia agora e formar o time interno em paralelo.
Quanto custa uma operação de FinOps embarcada?
Na Samax o modelo é mensalidade recorrente, a partir de R$ 3.000/mês para FinOps as a Service ou DevOps as a Service, com valor definido por porte e escopo. A operação completa de CloudOps é customizada. Os planos estão detalhados na página de preços.
Vocês operam AWS, Azure e GCP?
Sim. A operação é multi-cloud, com dados consolidados no padrão FOCUS da FinOps Foundation e cadências de otimização para AWS, Azure e GCP.
Como começa? Preciso trocar de ferramenta?
Começa por um diagnóstico gratuito com integração somente leitura nas suas contas de nuvem — nada é alterado nessa etapa. Se vocês já usam uma ferramenta de FinOps, ela continua: a operação embarcada trabalha em cima da visibilidade que existe em vez de substituí-la.
Descubra qual caminho é o seu
O diagnóstico inicial conecta suas contas em modo somente leitura, mapeia os principais ofensores de custo e aponta o próximo passo — mesmo que o próximo passo não seja contratar a gente.
